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Archive for the ‘Comunicados’ Category

Catalunya 2umha péssima notícia -para nós- que parte do movimento independentista catalám se deixe arrastrar polas mesmas falsas ilusons polas que se deixa arrastrar boa parte do independentismo galego. Que a luita por um referendo de autodeterminaçom fortaleza a um movimento independentista revolucionário é algo que está por ver. É algo que dependerá da habilidade do proletariado revolucionário catalám para manejar-se na situaçom concreta, para seguir a linha política justa.
Que as grandes massas que formam o povo trabalhador catalám vejam as instituçons do estado como um instrumento para solucionar os seus problemas e melhorar a sociedade dificulta que assumam a teoria revolucionária que necessitamos para ter consciência da realidade e poder transformá-la.

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O voto inútil

EuroparlamentSem teoria revolucionária estende-se a confusom entre a militância o que frustra a construçom dum movimento revolucionário. Ao mesmo tempo topamo-nos com uns sindicatos incapazes de parar esta grande ofensiva capitalista contra todos os mecanismos que frenavam e regulavam as relaçons laborais num marco jurídico estável, limitando a exploraçom e impedindo que as contradiçons entre as classes se transforma-sem numha luita.

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trampa2Qualquer trabalho que ajuda no funcionamento das instituçons do poder do Estado Espanhol é um trabalho político ao serviço da oligarquia espanhola e da burguesia galega. Por isto participar no governa da “Junta de Galicia” ( por exemplo) e o mesmo que atacar os interesses do proletariado galego e do resto do povo trabalhador. Isto mesmo é o que faram os partidos do regime (IU, AGE, BNG, etc), em quanto tenham oportunidade.

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FILIPPINE_F_1230_-_ComunistiDesde o Ateneu Proletário Galego saudamos ao glorioso NPA (Novo Exército do Povo) das Filipinas no seu 45 aniversário. O NPA leva adiante umha guerra popular contra o estado filipino e, cada vez mais, contra os imperialistas ianques, que nom podem tolerar umha revoluçom num dos seus estados vassalos. Desde este rincom do mundo congratulamo-nos deste exemplo de coerência revolucionária. Nem o reformismo nem o revisionismo dirigirám nunca umha revoluçom, nem nas Filipinas nem em nengum outro lugar do mundo. Vemos neste exemplo como a consecuçom dumha linha política justa mediante a aplicaçom do marxismo-leninismo é possível e que leva à construçom dum verdadeiro movimento revolucionário mediante a relaçom correta entre partido comunista, novo poder e exército popular, sempre ao serviço dos interesses das classes populares.

Avante a guerra popular nas Filipinas!!

Animamos a ver o seguinte vídeo, que pode servir para fazer-se umha ideia superficial do trabalho que levam adiante, e para um conhecimento mais profundo aceder às paginas que sobre o NPA e o Partido Comunista das Filipinas podedes encontrar nas nossas ligaçons

Philippine Revolution

National Democratic front of the Philippines

Roulo Jallaroes Command

 

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imagesPrimeiramente queremos assinalar duas questons:

1– Esta é umha crítica construtiva ao documento NACIONALISMO ou COMUNISMO com a finalidade de contribuir ao debate. Longe de nós qualquer pretensom de atacar ou desqualificar aos autores de dito documento.

2. Por riba das discrepâncias que tenhamos, maiores ou menores dependendo dos temas, respeitamos profundamente aos autores de dito documento, os quais demonstraram sobradamente umha grande entrega, que luitam de maneira consequente por transformar radicalmente o sistema injusto que padecemos e que ademais sofreram de maneira encarniçada a repressom do Estado estando no ponto de mira permanente deste.

Sobre dito documento o Ateneu Proletário Galego e o Coletivo Odio de Clase expressamos o seguinte:

Solidarizamo-nos com KIMETZ e achamos que as críticas que se lhe realizam em dito documento som injustas e equivocadas tanto no fundo como na forma.

Quanto às formas:

-Achamos que as diferenças e contradiçons som diferentes e devem ser abordadas de maneira diferente quando as mesmas som entre companheiros e camaradas que quando som com inimigos ou oportunistas.

– Existem dous tipos de contradiçons: as contradiçons com as forças inimigas e ascontradiçons no seio das forças populares. Nom se pode tratar a um companheiro e camarada como se fosse um oportunista ou inimigo. Achamos que as críticas de dito documento caem na desqualificaçom e na falta de respeito a Kimetz.

-No caso das contradiçons no seio das forças populares trata-se de distinguir entre o correto e o erróneo, trata-se de mediante o debate e a argumentaçom ajudar a convencer e persuadir ao que defende ideias erróneas. Em nengúm caso se debe atuar com soberba e altivez para resolver os problemas ideológicos e os problemas relativos à distinçom entre o correto e o erróneo.

– As críticas devem estar destinadas a tratar de corrigir os erros do criticado, têm que ser proporcionais e a sua finalidade de persuadir e convencer ao que suponhem defende ideias erróneas ou atua equivocadamente. Em conclusom trata-se de convencer e persuadir nunca de impor ou desqualificar.

Quanto ao fundo:

– Devemos partir de que o Estado Espanhol é um estado plurinacional. Nele existem naçons oprimidas com identidades culturais e sociais muito marcadas e arraigadas entre os seus povos que cumprem totalmente a definiçom que estabeleceu Stalin sobre que é umha naçom: “Naçom é umha comunidade humana estável historicamente formada e surgida sobre a base da comunidade de idioma, de território, de vida económica e de psicologia, manifestada esta na comunidade de cultura”.

– Deve-se respeitar o direito à autodeterminaçom e independência dos povos que o desejem no Estado Espanhol. Também se deve respeitar a liberdade de organizaçom dos comunistas que fazem parte de algumha nacionalidade no Estado Espanhol.

– Os comunistas defendemos a unidade dos povos mas esta tem-se que basear na uniom livre e nunca na imposiçom. E no respeito escrupuloso aos rasgos culturais e identitários de ditos povos. Os comunistas e revolucionários estatalistas e independentistas no Estado Espanhol devem trabalhar, desde o respeito mútuo, pola colaboraçom ou a aliança para combater conjuntamente ao inimigo comum, o Estado Espanhol.

– Nom se pode abordar a questom nacional no Estado espanhol em base a citas sacadas de contexto e correspondentes a outra época. Deve-se abordar a questom em base à análise concreta da situaçom concreta. Há que abordar a situaçom concreta, a história do Estado espanhol e ter presente a grande repressom que sofreram as naçons oprimidas em dito estado, a qual deixou impressons muito profundas em alguns povos. Recordar a famosa frase, que di muito, dos fascistas franquistas espanhóis sobre esta questom: ”Espanha antes vermelha que partida”. A teoria revolucionária nom é um dogma senom umha guia para a acçom. Esta é umha questom cardinal pois muitos tomam a teoria como um dogma anquilosado, caduco, sem espírito vivo. A unidade dos comunistas das diferentes nacionalidades do estado nom será possível nunca sem duas tarefas que, sem dúvida, têm-se de levar a cabo dialecticamente: a luita incansável e inmisericorde contra qualquer tipo de chauvinismo e, especialmente, contra o espanholismo. E dizemos especialmente porque, tanto quantitativa como qualitativamente, é o mais pernicioso para o avanço da luita da classe obreira das diferentes nacionalidades do estado.

– Os movimentos independentistas revolucionários no Estado Espanhol desempenharam um papel de vanguarda e ponta de lança no combate ao fascismo e ao sistema reaccionário espanhol. É destacado o papel desempenhado polo Movimento de Libertaçom Nacional basco (MLNV) que foi quem mais golpes e quebradoiros de cabeça causou ao fascismo no Estado Espanhol nas últimas décadas e ademais conseguindo um muito notável respaldo popular no seu povo. Nom ter presente isto é quando menos injusto.

Ateneu Proletário Galego

Colectivo Odio de Clase

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Cada vez mais pobreza, piores condiçóns laborais, mais exploraçom, mais desemprego, mais impostos, mais dessaucios de famílias obreiras e camponesas, pior educaçom e, pior sanidade, baixada dos salários, subida dos preços, .os pensionaços, os decretaços anti-obreiros das contra-reformas laborais, a violência policial contra as legítimas revindicaçóns do povo, o  empeoramento das condiçóns de vida carcerária das presas e dos presos políticos, reformas penais, manipulaçom da informaçom, detençóns, etc.

Ante a atual ofensiva capitalista o proletariado galego tem que desenvolver o processo de reorganizaçom, tendo como base o MLNG, ou MOG, ao margem dos partidos institucionais e dos sindicatos do sistema.

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O capitalismo está a criar um retrocesso social dumha velocidade e gravidade impensáveis noutros tempos. As conquistas sociais estám sendo recortadas coa inestimável ajuda dos dirigentes de CCOO e UGT. Assi, as direçons destes sindicatos som auténticos instrumentos para o control obreiro por parte da oligarquia espanhola. Hai umha única soluçom para os problemas sociais: a alternativa do proletariado galego. Quando sejam de propriedade coletiva socialista as fábricas, os teatros, as ruas, quando sejam nacionalizados os bancos e os oligopólios, poderemos solucionar os problemas sociais buscando o bem coletivo.

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