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VotosNas próximas citas eleitorais há de ver-se até que ponto o Estado Espanhol precisa de reformas. Quanta maior seja a abstençom maior será o número e profundidade das reformas. Quanto maior a participaçom -com independência dos resultados-, menor interesse nas reformas estéticas do regime.
Depois das eleiçons veremos como se conciliam os interesses da oligarquia espanhola, a burguesia galega, a pequena burguesia e a aristocracia operária.

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Crítica Kimetz“O caráter do proletariado é sempre internacionalista e de classe…” (*2)
Efetivamente o caráter, a mentalidade política da classe obreira é sempre de classe, só que a maior parte da história até os nossos dias é a falsa consciência da classe burguesa o que domina às grandes massas obreiras. Polo tanto
o que predomina nom é precisamente o internacionalismo, senom o nacionalismo espanhol e excecionalmente outro nacionalismo.
As massas obreiras nom som internacionalistas, nem tam sequer tenhem consciência de elas mesmas e do mundo espontaneamente. Precisamente por esta raçom é necessário o Partido Proletário de Novo Tipo. Assim atrevemo-nos a afirmar que detrás de esta asseveraçom acha-se umha incorreta valoraçom do fator espontâneo. Ideia que volveremos a ver em outras teses deste número de Enbor.

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PodemosDetrás da igualdade dos cidadãos está a desigualdade das pessoas reais, de carne e osso. Da mesma maneira que no passado detrás da desigualdade real estava a mentira da igualdade da alma e o juiz divino. Polo menos a mentira da alma oferecia a fantasia do Paraíso, mas detrás da ilusom da cidadania e da democracia burguesa nom há nada mais que as eleiçons. Nom há nada mais que a miserável “festa da democracia burguesa”, em que todos se sentem igual. Igual de insignificantes, intranscendentes, anónimos.

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Catalunya 2umha péssima notícia -para nós- que parte do movimento independentista catalám se deixe arrastrar polas mesmas falsas ilusons polas que se deixa arrastrar boa parte do independentismo galego. Que a luita por um referendo de autodeterminaçom fortaleza a um movimento independentista revolucionário é algo que está por ver. É algo que dependerá da habilidade do proletariado revolucionário catalám para manejar-se na situaçom concreta, para seguir a linha política justa.
Que as grandes massas que formam o povo trabalhador catalám vejam as instituçons do estado como um instrumento para solucionar os seus problemas e melhorar a sociedade dificulta que assumam a teoria revolucionária que necessitamos para ter consciência da realidade e poder transformá-la.

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Charu Mazumdar revoluçomConsiderava como tarefa fundamental dos comunistas elevar a consciência de obreiras e camponeses, formando quadros políticos que difundissem e aplicassem a linha política revolucionária do partido entre as massas, educando às mesmas na ideia da revoluçom e a luita contra o estado, atraindo a setores cada vez mais amplos para esta causa, impedindo deste modo que centrassem o trabalho na participaçom nos sindicatos, nas associaçons legais de camponeses ou nas eleiçons, que só sementavam o pessimismo entre as massas e serviam aos interesses do revisionismo e as classes dominantes da Índia.

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Cuba artigoO PCC nom souvo marcar umha linha política que possibilitara a separaçom do campo revisionista, nem contribuir a reconstituçom do comunismo. Tampouco contribuiu na necessidade de criaçom de partidos de novo tipo para poder realizar a revoluçom proletária. Nem souvo intervir dumha maneira útil nas grandes discussons que se derom no mundo sobre a linha política. Por outro lado este partido legitimou e aliou-se com muitos dos partido revisionistas. Porque o PCC assimilou o discurso diplomático do estado, o que o levou a aplaudir o populismo americano (argentino, boliviano, uruguaio, nicaraguense, brasileiro, etc).

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DilemasA falta de movimento revolucionário, sempre haverá um Beiras ou um Pablo Iglesias que sirva de dique de contençom e dirija a indignaçom cara cauces que nom supujérom, suponhem, nem suporám nunca, um risco para o status quo. Estas mobilizaçons terám um começo, auge e fim, e nada substancial mudará.Tal como está colocado este falso dilema, o institucional e as mobilizaçons som duas caras dumha mesma moeda, reforçando-se mutuamente. A moeda de duas caras é o da reforma.

A separaçom em frentes de luita parciais nom é senom a translaçom da luita sindicalista a todos os aspetos da opressom social. Nem o sindicato emancipará à classe obreira, nem o feminismo acabará coa subordinaçom da mulher, nem o ecologismo será quem salve a natureza , nem o nacionalismo libertará os povos. Só um movimento revolucionário que atenda à realidade no seu conjunto, e nom como umha suma de fatores ou opressons, poderá ser quem de levar à humanidade à sua total emancipaçom.

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