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photomania_20593693Ante nos topamo-nos coa política do pau e a cenoira. A cenoira do sistema, do revisionismo, do sindicalismo e o parlamentarismo, etc, com uns “companheiros” de viagem interessados em homologar-nos, em assimilar-nos. Frente a isto o pau do estado contra a revoluçom, contra a única alternativa real a este sistema decadente, empregando contra nos as suas leis, os seus juizes, a sua polícia, as suas cadeias, os seus meios de comunicaçom, etc.
Esta é umha prova difícil para organizaçóns que nem tam sequer tenhem umha autentica linha política, só tenhem lugares comúns.
Muitas pessoas ao “aconselhar-nos” que o que temos que fazer é transformar-nos em organzaçóns homologáveis. Querem que nos dediquemos ao parlamentarismo.

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GZmeiopretendem convencer-nos -dumha maneira mais ou menos clara- que estimulados, canalizados corretamente e favorecido pola crise sistémica atual, acabaram por fazer que a oligarquia, (produto do esgotamento ao que lhe someterá unha maioria social organizada e desarmada) rematará forçada a assumir o seu papel histórico e pacificamente cederá o poder do estado, com todos os aparelhos estatais (repressivo, económico, ideológico e científico-técnico) à classe obreira.

Como estas palhas mentais próprias do revisionismo nunca se ajustam à realidade (pois a historia amossa-nos que nunca a se produziu um feito deste tipo, e que nengumha crise por profunda que seja fará que o poder político cambie de mans por si só), topamo-nos às vezes com o reverso da mesma moeda. Com coletivos que pública e privadamente atribuem o seu fracasso para chegar ás grandes massas,  à suposta incompetência do obreiro galego meio, que é incapaz de estourar as suas qualidades inatas para fazer a revoluçom, deixa-se arrastrar polas circunstâncias sem tentar romper as cadeias que o sometem e abraçar a sua auto-proclamada vanguarda

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catsA classe obreira sempre é nacional, nunca é nacionalmente neutra. Forma a classe obreira galega quem vive e trabalha na Galiza, com independência de onde nascera, da sua lingua, religiom, ou cor da pel. Som classe obreira as pessoas dumha sociedade nacional que vendem a sua força de trabalho e recebem um salário nom superior ao valor que aportam, ou os que formam parte do exército laboral de reserva (desempregadas). Isto tanto pode ser na produçom, como em trabalho aportado a satisfazer umha necessidade social, física ou intelectual, numha sociedade, e medido em tempo de trabalho. A vanguarda do povo trabalhador galego (organizado principalmente no MLNG e no MOG) é o proletariado galego

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Eu nom gosto de chamar-me nacionalista. Nacionalista só, nom aclara nada, é como dizer classista sem mais. De que classe? Nacionalista burguês chauvinista? Nacionalista dum povo trabalhador que sofre a opressom nacional e luita por conquistar o poder político e construir a Pátria socialista? Nacionalista espanhol ou a sua negaçom, nacionalista galego? Esta é a chave. O nacionalismo é um conceito histórico, depende do carácter de classe que seja opressor ou liberador. Depende da situaçom concreta seremos ou nom nacionalistas.

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Partido 3O estado co seu monopólio da violência é o máximo exponente do poder político. Para triunfar e conquistar o poder político temos que dizer-lhe ao povo quem somos nós, quem som os nossos inimigos e em que terreno luitamos. Temos que ter umha estratégia geral com uns objetivos e umhas táticas setoriais concretas. Isto obriga-nos a estudar o nosso estilo de trabalho.
A toma do poder político polo proletariado é a nossa razom de ser. Qualquer cousa que fagamos tem que favorecer a toma do poder político. Qualquer caminho que nos alonge del, ou que nom o tenha em conta é totalmente errada.

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RevoluÇom IndiaCelebramos a construçom na Índia dos instrumentos do contrapoder proletário, deste novo poder criado polas massas organizadas dos povos trabalhadores no estado índio, graças ao trabalho das comunistas e dos comunistas no movimento Naxalita.
O movimento Naxalita sustitue o poder do estado fascista índio por o poder da nova democracia. Na Índia por primeira vez na sua história pode-se criar a democracia da maioria, a gestiom das massas dos seus recursos e problemas, a ditadura do proletariado e a democracia do proletariado que som o mesmo.

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CAAAATSA luita de classes está presente em algum nível quando hai umha pugna polo poder, ainda que seja num espaço reduzido, durante um período pequeno de tempo, numha fábrica ou rua. Se hai umha luita por decidir quem tem o poder político, quem impom a lei, a lei do burguês no trabalho ou a lei da greve obreira. Se hai umha luita entre a lei do patrono ou a das obreiras. Entre a lei da polícia com o piquete legal ou a do piquete real que obriga a fechar. Entre a manifestaçom legal ou o feche da rua ao tránsito para demonstrar a nossa força, transformada em poder político temporal num espaço reduzido.

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