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FILIPPINE_F_1230_-_ComunistiDesde o Ateneu Proletário Galego saudamos ao glorioso NPA (Novo Exército do Povo) das Filipinas no seu 45 aniversário. O NPA leva adiante umha guerra popular contra o estado filipino e, cada vez mais, contra os imperialistas ianques, que nom podem tolerar umha revoluçom num dos seus estados vassalos. Desde este rincom do mundo congratulamo-nos deste exemplo de coerência revolucionária. Nem o reformismo nem o revisionismo dirigirám nunca umha revoluçom, nem nas Filipinas nem em nengum outro lugar do mundo. Vemos neste exemplo como a consecuçom dumha linha política justa mediante a aplicaçom do marxismo-leninismo é possível e que leva à construçom dum verdadeiro movimento revolucionário mediante a relaçom correta entre partido comunista, novo poder e exército popular, sempre ao serviço dos interesses das classes populares.

Avante a guerra popular nas Filipinas!!

Animamos a ver o seguinte vídeo, que pode servir para fazer-se umha ideia superficial do trabalho que levam adiante, e para um conhecimento mais profundo aceder às paginas que sobre o NPA e o Partido Comunista das Filipinas podedes encontrar nas nossas ligaçons

Philippine Revolution

National Democratic front of the Philippines

Roulo Jallaroes Command

 

 

 204149786_640O passado 10 de Março tivo lugar na Audiência Nacional de Madrid o julgamento ao cantor de rap Pablo Hasel polas letras das suas cançons. Neste novo ato de repressom contra a liberdade de expressom, em realidade estam a perseguir as ideias comunistas do cantor, a possibilidade de denunciar ao estado herdeiro sem soluçom de continuidade da ditadura franquista e aos criminais que o representam e saqueiam ao mesmo tempo.

RBC

 

imagesPrimeiramente queremos assinalar duas questons:

1- Esta é umha crítica construtiva ao documento NACIONALISMO ou COMUNISMO com a finalidade de contribuir ao debate. Longe de nós qualquer pretensom de atacar ou desqualificar aos autores de dito documento.

2. Por riba das discrepâncias que tenhamos, maiores ou menores dependendo dos temas, respeitamos profundamente aos autores de dito documento, os quais demonstraram sobradamente umha grande entrega, que luitam de maneira consequente por transformar radicalmente o sistema injusto que padecemos e que ademais sofreram de maneira encarniçada a repressom do Estado estando no ponto de mira permanente deste.

Sobre dito documento o Ateneu Proletário Galego e o Coletivo Odio de Clase expressamos o seguinte:

Solidarizamo-nos com KIMETZ e achamos que as críticas que se lhe realizam em dito documento som injustas e equivocadas tanto no fundo como na forma.

Quanto às formas:

-Achamos que as diferenças e contradiçons som diferentes e devem ser abordadas de maneira diferente quando as mesmas som entre companheiros e camaradas que quando som com inimigos ou oportunistas.

- Existem dous tipos de contradiçons: as contradiçons com as forças inimigas e ascontradiçons no seio das forças populares. Nom se pode tratar a um companheiro e camarada como se fosse um oportunista ou inimigo. Achamos que as críticas de dito documento caem na desqualificaçom e na falta de respeito a Kimetz.

-No caso das contradiçons no seio das forças populares trata-se de distinguir entre o correto e o erróneo, trata-se de mediante o debate e a argumentaçom ajudar a convencer e persuadir ao que defende ideias erróneas. Em nengúm caso se debe atuar com soberba e altivez para resolver os problemas ideológicos e os problemas relativos à distinçom entre o correto e o erróneo.

- As críticas devem estar destinadas a tratar de corrigir os erros do criticado, têm que ser proporcionais e a sua finalidade de persuadir e convencer ao que suponhem defende ideias erróneas ou atua equivocadamente. Em conclusom trata-se de convencer e persuadir nunca de impor ou desqualificar.

Quanto ao fundo:

- Devemos partir de que o Estado Espanhol é um estado plurinacional. Nele existem naçons oprimidas com identidades culturais e sociais muito marcadas e arraigadas entre os seus povos que cumprem totalmente a definiçom que estabeleceu Stalin sobre que é umha naçom: “Naçom é umha comunidade humana estável historicamente formada e surgida sobre a base da comunidade de idioma, de território, de vida económica e de psicologia, manifestada esta na comunidade de cultura”.

- Deve-se respeitar o direito à autodeterminaçom e independência dos povos que o desejem no Estado Espanhol. Também se deve respeitar a liberdade de organizaçom dos comunistas que fazem parte de algumha nacionalidade no Estado Espanhol.

- Os comunistas defendemos a unidade dos povos mas esta tem-se que basear na uniom livre e nunca na imposiçom. E no respeito escrupuloso aos rasgos culturais e identitários de ditos povos. Os comunistas e revolucionários estatalistas e independentistas no Estado Espanhol devem trabalhar, desde o respeito mútuo, pola colaboraçom ou a aliança para combater conjuntamente ao inimigo comum, o Estado Espanhol.

- Nom se pode abordar a questom nacional no Estado espanhol em base a citas sacadas de contexto e correspondentes a outra época. Deve-se abordar a questom em base à análise concreta da situaçom concreta. Há que abordar a situaçom concreta, a história do Estado espanhol e ter presente a grande repressom que sofreram as naçons oprimidas em dito estado, a qual deixou impressons muito profundas em alguns povos. Recordar a famosa frase, que di muito, dos fascistas franquistas espanhóis sobre esta questom: ”Espanha antes vermelha que partida”. A teoria revolucionária nom é um dogma senom umha guia para a acçom. Esta é umha questom cardinal pois muitos tomam a teoria como um dogma anquilosado, caduco, sem espírito vivo. A unidade dos comunistas das diferentes nacionalidades do estado nom será possível nunca sem duas tarefas que, sem dúvida, têm-se de levar a cabo dialecticamente: a luita incansável e inmisericorde contra qualquer tipo de chauvinismo e, especialmente, contra o espanholismo. E dizemos especialmente porque, tanto quantitativa como qualitativamente, é o mais pernicioso para o avanço da luita da classe obreira das diferentes nacionalidades do estado.

- Os movimentos independentistas revolucionários no Estado Espanhol desempenharam um papel de vanguarda e ponta de lança no combate ao fascismo e ao sistema reaccionário espanhol. É destacado o papel desempenhado polo Movimento de Libertaçom Nacional basco (MLNV) que foi quem mais golpes e quebradoiros de cabeça causou ao fascismo no Estado Espanhol nas últimas décadas e ademais conseguindo um muito notável respaldo popular no seu povo. Nom ter presente isto é quando menos injusto.

Ateneu Proletário Galego

Colectivo Odio de Clase

Estudo MLO carácter de classe dumha organizaçom está marcado polo seu programa político e a sua prática política, nom pola sua composiçom social (pola classe que forma a sua militância). Umha organizaçom fascista pode estar formada por obreiros.
Porque se umha organizaçom tem um programa reformista, se a sua prática política é participar para melhorar qualquer aparato das instituiçons do estado espanhol (estatal, autonómicos, concelhos, etc), por muito que estas organizaçons acumulem simbologia revolucionária, nom muda que o seu carácter de classe seja burguês.

No seu programa, na sua prática social, detrás da sua estética e a sua suposta crítica social, nom existe nada que ponha em perigo os privilégios da burguesía. Uns privilégios que só podem existir graças ao aparelho do estado, com os seus corpos armados (policias, juizes, exército, etc).

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Siria 1Se em Síria em um principio houvo umha revolta popular, que se sumou a falta de apoios deste governo por um setor da oligarquia e em geral da burguesia nacional, este setor organizou um levantamento armado que nom podia ser um grande problema para o estado, o que levou a aliança destes sectores burgueses com o imperialismo estado-unidense, que se concretizou no enviou de mercenários e armas. Podemos topar muitos matices mas o que fica claro e que nom se parece em nada a umha revoluçom social.

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MAIEstes voluntaristas da “unidade comunista” esquecem sempre nos seus cálculos ao povo trabalhador. Primeiro apostam por construir o partido e depois, umha vez construido, por ir às massas, dando por suposto que eles mesmos som vanguarda, que estám suficientemente preparados. Portanto, essas grandes massas “que tanto amam” nom tenhem nada que oferecer para a contruçom do partido, já que este já se pressupom constituido. Estes voluntaristas esquecem que o partido é a teoria da vanguarda unida às grandes massas do povo trabalhador. Aliás, pensam que eles ja tenhem construida a teoria revolucionária, ainda que a sua “teoria” nom é mais que os mínimos nos que se puidérom pôr de acordo “polo bem da unidade dos comunistas”, estando muito longe dumha verdadeira linha política revolucionária.
Frente a esta visom vulgar o extrato do MAI sublinha mui bem que o processo de construçom partidária surge das grandes questons políticas da teoria revolucionária, partindo da consciência, elevando esta consciência, unindo o socialismo científico ao proletariado mais consciente. Um processo desde o socialismo científico (a consciência) cara à luita social e, desde a luita política contra o estado cara ao socialismo científico. Um processo no que o instrumento dirigente do proletariado revolucionário (o partido) tem que criar os instrumentos para vencer na guerra civil revolucionária.

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photomania_20593693Ante nos topamo-nos coa política do pau e a cenoira. A cenoira do sistema, do revisionismo, do sindicalismo e o parlamentarismo, etc, com uns “companheiros” de viagem interessados em homologar-nos, em assimilar-nos. Frente a isto o pau do estado contra a revoluçom, contra a única alternativa real a este sistema decadente, empregando contra nos as suas leis, os seus juizes, a sua polícia, as suas cadeias, os seus meios de comunicaçom, etc.
Esta é umha prova difícil para organizaçóns que nem tam sequer tenhem umha autentica linha política, só tenhem lugares comúns.
Muitas pessoas ao “aconselhar-nos” que o que temos que fazer é transformar-nos em organzaçóns homologáveis. Querem que nos dediquemos ao parlamentarismo.

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